Acredite ou não já estamos no 7º mês do ano! Parece mentira, não é? Neste momento já deve estar a pensar em:

– Mensagens de férias (está quase!);

– Como alcançar objetivos de Marketing e ainda ter tempo para roadtrips entre amigos e festas da terrinha;

– Tendências e tecnologias que vão marcar o último semestre do ano;

A Salesforce foi falar com o CMO da Yext, Jeffrey K. Rohrs sobre Marketing e tendências de consumo. O resultado está acessível no novo Marketing Cloudcast que pode ouvir aqui! Em baixo encontra os pontos-chave dessa conversa:

  1. O impacto do iPhone cresce à medida que os planos de armazenamento se tornam ilimitados

O iPhone tem pouco mais de dez anos mas só agora começamos a apercebermo-nos do seu impacto na relação entre marcas e consumidores. Para o entrevistado Jeff “os iPhones são omnipresentes – mudam as nossas vidas” mas o seu impacto na pesquisa continua a ser refletido, à medida que os planos de armazenamento passam de limitados a ilimitados e as pessoas ficam ainda mais coladas aos seus iphones.

Num dispositivo mobile, a interface é diferente – por isso a forma como os consumidores interagem com os resultados de pesquisa também é diferente. Pense na Siri, por exemplo, se fizer uma pergunta terá uma resposta mas não um link.

Não se trata apenas de estar a acompanhar a tendência local de pesquisa mas também de estar preparado para a próxima onda de AI e de pesquisa, na qual os consumidores já nem inserem keywords no Google.

  1. Hey Siri: Os consumidores apoiam-se em AI e em pesquisa detalhada

Se começarmos a pensar no mundo AI, assistentes digitais e até de carros autónomos apercebemo-nos de que temos que começar a pensar na forma de fornecer informações mais detalhadas e search-friendly. Recentemente, o Google revelou que que 70% das pesquisas por quartos de hotéis incluíam informação detalhada.

Como o Jeff explica, “Eu não estou a apenas a pesquisar por hotéis ‘perto de mim’, eu pesquiso por ‘hotéis perto de mim que aceitam animais de estimação’ ou ‘hotéis perto de mim com jacuzzis no quarto’.” Adicionar estes pormenores fazem com que seja mais fácil aparecer nos resultados destas pesquisas, cada vez mais detalhadas. A questão é: está a colocar esta informação online?

“Existe também aqui uma oportunidade de Marketing porque com o aumento da procura deste tipo de informação, por parte do consumidor, as empresas que a podem dar vão atrair mais consumidores.”

  1. O branding B2B ultrapassa o fator pessoal do B2C

“Eu acredito que o branding B2B é mais pessoal porque as pessoas estão a comprar algo, com o seu emprego em causa,” diz o Jeff. Comparando a uma compra do consumidor, uma decisão de compra de negócios pode ter um grande impacto na vida e na carreira de alguém.

A confiança é vital, como diz o Jeff “ o comprador quer saber quem lhes está a vender, quer poder pegar no telemóvel e ligar, e quer sentir que é uma organização à qual quer ser associado.” Posto isto é expectável que o Marketing B2B se venha a apoiar mais em conteúdo personalizado e customers journeys de nurturing no próximo ano.

  1. Marketing e Recursos Humanos vão tornar-se melhores amigos

Então e como criamos a tal confiança vital de que falámos? Com sabedoria o Jeff diz que “No seu coração, uma marca é sobre as pessoas e as experiências que criam”. Isto significa que tem que criar uma cultura de organização única, que o consumidor possa conhecer e confiar. “Está a começar a caminhar na linha entre o Marketing e a Marca, os Recursos Humanos e a Cultura. Acredito convictamente que o Marketing numa organização B2B tem uma relação muito forte com os Recursos Humanos”.

  1. A autenticidade será amplificada

A verdade sobre a sua empresa e a sua marca é algo que não se consegue fingir. Mas graças a websites de reviews feitas por colaboradores, como o Glassdoor e a sites dedicados a críticas de produtos que se espalham ao longo da jornada do comprador, cada aspeto da empresa torna-se ainda mais transparente. E a tendência é para aumentar a transparência à medida que os clientes e potenciais colaboradores se apoiarem ainda mais nestes websites para tomarem as suas decisões.

A questão que é paradoxal na cultura é que não se pode criar uma simplesmente ao falar sobre ela. Tem mesmo que ser autêntica, o que significa para o Jeff que “não está a forçar uma cultura nas pessoas – está a amplificar o melhor da que já existe.” Aqui está um exemplo: na Yext quando descobriram que o Dia Mundial do Engenheiro se celebrava em abril, a equipa do Jeff concluiu que nunca tinham reconhecido os seus engenheiros, ainda que sejam eles quem constrói o produto. “Eu queria que as nossas equipas por todo o mundo os conhecessem melhor e que os celebrassem.” Então a equipa de Marketing pegou nas equipas de engenharia que já existiam, e que tinham nomes únicos, e criou t-shirts temáticas e memorabilia para os promover. Foi também feito um evento global no qual foram reconhecidos pelo CTO e COO .

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Fonte: salesforce